Mensagem do caboclo Sete Montanhas em sessão de mesa no dia 11 de julho de 2026.
Tenhamos a humildade constante de saber que nunca abraçaremos o todo. O todo não nos pertence, mas nós pertencemos ao todo.
Tenhamos a humildade constante de saber que nunca abraçaremos o todo. O todo não nos pertence, mas nós pertencemos ao todo.
Almejemos tão somente o que é simples, porque é ali que se aninha a Divindade, é ali que se aninha a felicidade, é ali que se aninha tudo que há de bom.
A responsabilidade do umbandista é grande. Que ele tenha honra e coragem para declarar-se dessa religiosidade, para que o ser humano não se esconda, porque não se acende um candeeiro e coloca-o debaixo da cama.
Posicionar-se com doçura, com exemplo e assim vamos cicatrizando as nossas fissuras emocionais e vamos seguindo com trabalho e com harmonia.
Viver é um exercício constante do aprimoramento da sabedoria, que também se recicla a cada dia que passa, quando permitimos que os ciclos passem por nós e que nos renovem.
Que consigamos fazer com que nossos olhos transpareçam, sejam lagos serenos ou sejam mares bravios, mas que sejamos quem somos, porque a sinceridade é a base de todo relacionamento saudável.