{"id":6177,"date":"2026-05-03T15:49:09","date_gmt":"2026-05-03T15:49:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/?p=6177"},"modified":"2026-05-03T15:49:10","modified_gmt":"2026-05-03T15:49:10","slug":"mensagem-do-caboclo-sete-flechas-em-sessao-de-pretos-velhos-no-dia-11-de-abril-de-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/mensagem-do-caboclo-sete-flechas-em-sessao-de-pretos-velhos-no-dia-11-de-abril-de-2026\/","title":{"rendered":"Mensagem do caboclo Sete Flechas em sess\u00e3o de Pretos Velhos no dia 11 de abril de 2026."},"content":{"rendered":"\n<p>Gra\u00e7as a Deus filhos e que a paz de nosso senhor Jesus Cristo esteja com todos nesta tarde em que se re\u00fanem em nome de Jesus para mais um exerc\u00edcio de vossa mediunidade, &nbsp;e exerc\u00edcio de vossos canais de comunica\u00e7\u00e3o com o mundo espiritual.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembramos a todos que a mediunidade por si, n\u00e3o \u00e9 acesso \u00e0 paz de esp\u00edrito, n\u00e3o \u00e9 acesso \u00e0 luz dos divinos emiss\u00e1rios de Deus. Mediunidade \u00e9 porta aberta, mediunidade \u00e9 portal, \u00e9 meio de comunica\u00e7\u00e3o e cabe ao m\u00e9dium eleger que energias transitam pelo portal, do qual ele \u00e9 portador.<\/p>\n\n\n\n<p>Tal qual em nossa casa em que selecionamos quem entra, quem pode participar de nossa intimidade, os acessos restritos a este ou aquele; assim \u00e9 a mediunidade. N\u00e3o basta ser m\u00e9dium para estar envolvido em energias angelicais. O pr\u00f3prio m\u00e9dium, o pr\u00f3prio ser humano, dotado da sensibilidade, a sua aura, o seu momento, seus pensamentos, tudo aquilo que veicula e com o qual se sintoniza, d\u00e3o o teor da classe de companhias que a ele ter\u00e3o acesso.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o \u00e9 importante assumir esta responsabilidade e n\u00e3o se autodenominar, iluminado, portador de asas que ainda nem nasceram. Sejamos, antes de tudo, seres humanos, porque a mediunidade grassa em toda criatura humana. Ela \u00e9 o contato com o mundo espiritual em suas mais variadas express\u00f5es, onde a incorpora\u00e7\u00e3o \u00e9 mais uma delas, mas o que d\u00e1 o teor, o que d\u00e1 valor, o que d\u00e1 qualidade numa veicula\u00e7\u00e3o medi\u00fanica \u00e9 a classe de sintonia que o m\u00e9dium se permite fazer. Porque toda obra art\u00edstica tem a influ\u00eancia das energias que aquele artista veicula e por a\u00ed vemos obras de bom gosto e obras de gosto duvidoso. Ele \u00e9 um canal e se associa \u00e0 mentes que com ele comungam e dele \u00e9 tamb\u00e9m a responsabilidade pelas obras que influenciam o mundo. E assim \u00e9 qualquer classe de exerc\u00edcio medi\u00fanico, cabe ao m\u00e9dium ser o selecionador daquilo que ele est\u00e1 veiculando e isso \u00e9 diariamente; n\u00e3o \u00e9 somente dentro de um templo, com seu uniforme, com suas guias, porque ali \u00e9 f\u00e1cil sintonizar-se com a divindade. Momentaneamente ele abre a sintonia para coisas mais sutis, mas ainda assim ser\u00e1 carregado do pouco conhecimento que se permite ter, sobre as coisa de Deus. Isto \u00e9 o in\u00edcio, \u00e9 o ensaio do contato com algo maior do que ele, mas ainda assim limitado pela sua incapacidade de vibrar mais alto, mas \u00e9 um exerc\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o \u00e9 importante essa responsabilidade ser assumida, para que o m\u00e9dium pouco-a-pouco v\u00e1 se desvencilhando da animalidade, da frivolidade, da brutalidade e vai envolvendo-se pouco-a-pouco, assim como disse Paulo: <em>&#8220;quando era crian\u00e7a entendia coisas de crian\u00e7a, comportava-me como crian\u00e7a, mas na medida em que cres\u00e7o, deixo para traz as coisas de crian\u00e7a e come\u00e7o a assumir as coisas do homem&#8221;<\/em>. Assim \u00e9 o m\u00e9dium, enquanto est\u00e1 na infantilidade da sua vibra\u00e7\u00e3o, na infantilidade do seu pensamento se associa a energias vulgares, mas quando come\u00e7a a perceber a responsabilidade que \u00e9 a mediunidade, come\u00e7a a dar novo teor e deixa para traz as futilidades, os assombros, as vaidades e come\u00e7a a perceber que mediunidade \u00e9 muito mais sintonia do que beleza f\u00edsica, do que aparato.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto antigamente o m\u00e9dium precisava de aparatos, de apetrechos para sintonizar-se, na medida em que vai permitindo a sintonia mais fina, entende que \u00e9 o pensamento, \u00e9 a boa vontade, \u00e9 o amor pela humanidade que o faz sintonizar-se com as energias, com as consci\u00eancias superiores. E da\u00ed vem um s\u00e1bio de vosso mundo e diz: <em>&#8220;que a paci\u00eancia \u00e9 a mais nobre e gentil das virtudes&#8221;.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 verdade. Porque na medida em que desenvolvemos a paci\u00eancia caridosa, entendemos o momento do irm\u00e3o ainda sofredor e engatinhando nas coisas de Deus. Foi isso que fez Jesus em seu tempo. A humanidade engatinhava em conhecimento, em express\u00f5es de amor e Ele se fez pequeno, para os pequenos, para que pudessem entender o seu chamado e \u00e9 assim que devemos nos comportar, porque a paci\u00eancia \u00e9 a mais nobre e gentil das virtudes.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o quando um m\u00e9dium diz para o outro, ou quando expressa-se do alto do seu atual conhecimento e diz: &#8220;n\u00e3o tenho paci\u00eancia para isso&#8221;; n\u00e3o est\u00e1 sendo gentil. N\u00e3o precisamos compartilhar com a falta de conhecimento ou com a brutalidade do outro, mas precisamos n\u00f3s, sermos o exemplo para que possamos atra\u00ed-los e entender que um dia estivemos no mesmo est\u00e1gio evolutivo e isso nos faz respons\u00e1veis, porque quem sabe mais \u00e9 respons\u00e1vel por quem sabe menos, como quem tem mais \u00e9 respons\u00e1vel por quem tem menos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o que saibamos desenvolver a paci\u00eancia, mas n\u00e3o a paci\u00eancia complac\u00eancia, que tudo permite, mas a paci\u00eancia educadora e que diz com amor: &#8220;Isto n\u00e3o cabe mais em seu est\u00e1gio de conhecimento\u201d. Porque \u00e9 assim que vamos arrebanhando a simpatia; atrav\u00e9s do exemplo e da coopera\u00e7\u00e3o de tanto encarnados como desencarnados. A luz do sol espalha-se pelo mundo e ofusca todas as outras, mas jamais compete com a luz da vela ou com a luz incandescente e artificial criadas em vosso mundo. Todas coexistem e assim devemos ser n\u00f3s. Espalhando nossa luz, mas respeitando a alheia e entender que todas contribuem para o clareamento das estradas e cada uma a seu tempo, ao seu momento, com a sua utilidade embeleza o caminho. Ent\u00e3o que tenhamos mais paci\u00eancia, n\u00e3o complac\u00eancia, mas mais entendimento pelas criaturas que nos acompanham o caminhar. Esse \u00e9 o nosso papel.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser m\u00e9dium vai al\u00e9m do incorporar, vai al\u00e9m do uniforme, ele caminha com o entendimento da criatura , ele caminha com o estar sendo \u00fatil, para que possa ser feliz, porque n\u00e3o existe maior felicidade para esp\u00edritos endividados com a lei do que ser \u00fatil e quando deixamos de lado a paci\u00eancia para nos enclausurarmos na nossa sabedoria, que ningu\u00e9m entende , deixamos de ser \u00fateis e deixamos de ser felizes.<\/p>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as a Deus.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mediunidade \u00e9 porta aberta, mediunidade \u00e9 portal, \u00e9 meio de comunica\u00e7\u00e3o e cabe ao m\u00e9dium eleger que energias transitam pelo portal, do qual ele \u00e9 portador.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":5648,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[38,106,84,83,86,85,81,111,102],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6177"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6177"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6177\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6178,"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6177\/revisions\/6178"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5648"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6177"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6177"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6177"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}