{"id":6116,"date":"2025-11-09T19:29:53","date_gmt":"2025-11-09T19:29:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/?p=6116"},"modified":"2025-11-09T19:29:54","modified_gmt":"2025-11-09T19:29:54","slug":"mensagem-do-caboclo-sete-flechas-em-sessao-de-caboclos-no-dia-25-de-outubro-de-2025","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/mensagem-do-caboclo-sete-flechas-em-sessao-de-caboclos-no-dia-25-de-outubro-de-2025\/","title":{"rendered":"Mensagem do caboclo Sete Flechas em sess\u00e3o de caboclos no dia 25 de outubro de 2025."},"content":{"rendered":"\n<p>Gra\u00e7as a Deus e que a paz de nosso senhor Jesus Cristo esteja com todos nesta tarde em que se re\u00fanem em nome Jesus.<\/p>\n\n\n\n<p>Sim, a Umbanda \u00e9 uma religi\u00e3o crist\u00e3 que adora for\u00e7as da natureza; as divindades que atrav\u00e9s dela se apresentam, mas em cima de seus altares existe a figura de um judeu que trouxe ao homem uma regra, uma gram\u00e1tica de comportamento e de postura e todos aqueles que se colocam debaixo dessa bandeira precisam reformular-se a todo momento.<\/p>\n\n\n\n<p>Estar debaixo da bandeira de Jesus requer a responsabilidade para consigo e tamb\u00e9m para com o coletivo. E observamos o mundo manifestado, o mundo material, como filhos costumam cham\u00e1-lo. Tudo que se manifesta no mundo \u00e9 energia e de alguma maneira est\u00e1 aprisionada em uma forma material. As v\u00e1rias grada\u00e7\u00f5es da energia v\u00e3o modificando a sua forma de apresenta\u00e7\u00e3o, at\u00e9 que chega na densidade que a mat\u00e9ria exige e assim s\u00e3o plantas, assim s\u00e3o minerais, assim s\u00e3o os animais, assim \u00e9 o homem e tal qual energias que prov\u00e9m de uma mesma fonte, t\u00e3o somente porque se diferenciaram na sua forma de apresenta\u00e7\u00e3o, seguem os v\u00e1rios elementos, nos v\u00e1rios reinos da natureza de vosso planeta, apresentando-se com caracter\u00edsticas e at\u00e9 comportamentos muito semelhantes, que se utiliza para esse ou para aquele fim, da\u00ed que essa rocha auxilia em tal cura, tal cristal tem a capacidade de facilitar a harmoniza\u00e7\u00e3o de um ambiente. Ent\u00e3o todas essas rochas e pedras que t\u00eam a mesma composi\u00e7\u00e3o comportam-se da mesma maneira.<\/p>\n\n\n\n<p>Passando para o reino vegetal, da mesma forma as plantas, todas as plantas das mesmas ramifica\u00e7\u00f5es, das mesmas esp\u00e9cies t\u00eam as mesmas necessidades, seja de menos sol ou de mais \u00e1gua, seja de um clima mais \u00e1rido e tamb\u00e9m se prestam a esse ou aquele tratamento medicinal ou para ornamentar ou mesmo at\u00e9 para cria\u00e7\u00e3o de venenos, que tamb\u00e9m por sua vez, na dosagem correta, transformam-se em medicina. E tamb\u00e9m o reino animal, os animais comportam-se com um esp\u00edrito de grupo, sempre com os mesmos instintos, a mesma forma de se comportar e chegamos ao homem e o que diferencia o homem de toda a obra de Deus \u00e9 a presen\u00e7a da consci\u00eancia, \u00e9 a presen\u00e7a da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Diferencia-se o homem dos animais porque ele tem linguagem complexa, porque ele cria, se organiza em castas, em sociedades complexas, \u00e9 o homem a obra mais complexa de Deus, mas essa diferencia\u00e7\u00e3o, essa liberta\u00e7\u00e3o que a consci\u00eancia traz, onde o homem pensa por si, onde o homem comporta-se por si, traz para ele a responsabilidade sobre seus atos, sobre aquilo que ele veicula, que ele manipula. O que ele faz de si e da natureza. Ao mesmo tempo em que a consci\u00eancia liberta o homem diferenciando-se da natureza e entre si; aprisiona o homem no claustro do Eu e ele precisa reconhecer que uma vez diferenciado, isso n\u00e3o o isenta da responsabilidade de seguir pensando no coletivo. O ensaio que a natureza deu ao de ser coletivo, n\u00e3o pode ser esquecido pelo homem que desenvolveu a consci\u00eancia e sabedor de si, de suas pr\u00f3prias necessidades e dificuldades, de sua diferencia\u00e7\u00e3o, deve seguir entendendo que muitas vezes aquilo que o agrada nem sempre agrada a pessoa ao seu lado e que a outra pessoa n\u00e3o \u00e9 obrigada a ser sens\u00edvel a tudo aquilo que o sensibiliza, mas os dois precisam reconhecer que dividem o mesmo mundo, isso sem falar que dividem muitas vezes o mesmo espa\u00e7o, o mesmo leito, abrigam-se debaixo do mesmo teto, compartilham ambientes.<\/p>\n\n\n\n<p>A consci\u00eancia \u00e9 necess\u00e1ria para liberta\u00e7\u00e3o de cada criatura e para o seu crescimento individual na ascens\u00e3o da consci\u00eancia, na busca do retorno ao criador atrav\u00e9s dos experimentos de ensaio e erro, vai o homem gradativamente se aperfei\u00e7oando, libertando-se, muitas vezes, de amarras emocionais e que necessitam ser purificadas para que esta consci\u00eancia, cada vez mais, entenda e fa\u00e7a parte da pr\u00f3pria divindade, porque a centelha de Deus habita desde o mais \u00ednfimo gr\u00e3o de areia at\u00e9 o mais complexo dos organismos. Deus habita em cada ser humano, mas ele precisa ser libertado atrav\u00e9s da ascens\u00e3o da consci\u00eancia e quando falamos de ascens\u00e3o da consci\u00eancia, falamos em busca de melhor car\u00e1ter, o car\u00e1ter bom, o car\u00e1ter que \u00e9 fraterno, que justo, que \u00e9 amigo, que usa a intelig\u00eancia para toda forma de bem estar e de amor necess\u00e1rios ao mundo, mas a consci\u00eancia, muitas vezes, coloca o homem na clausura do ego\u00edsmo.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ego\u00edsmo, do preciosismo e do melindre. Se todo ser humano \u00e9 uma obra de Deus, se toda criatura existente \u00e9 uma obra de Deus, uma pintura, se formos igualar a uma obra de arte, a vaidade, o melindre e o mau car\u00e1ter s\u00e3o como a moldura barata que empobrece a obra. Ent\u00e3o precisamos que a nossa moldura seja mais rica, n\u00e3o no sentido de ser luxuosa, mas que todo contorno que a pessoa traz consigo seja o car\u00e1ter ameno, amigo, a felicidade, a harmonia, a gratid\u00e3o, a liberta\u00e7\u00e3o de tudo que prende o homem no egocentrismo. \u00c9 o ego\u00edsmo a base de muitas diferen\u00e7as entre as pessoas, de muitos sintomas da tristeza, das depress\u00f5es. \u00c9 o ego\u00edsmo que est\u00e1 na base de muitas enfermidades sociais e pessoais. \u00c9 a moldura barata que enfeia a obra de arte, que tem tanto para dar, mas que se desvaloriza quando busca sobressair, quando ela precisa apagar um pouco mais a sua intensidade egoc\u00eantrica.<\/p>\n\n\n\n<p>Toda luz se apaga ou pelo menos se esmaece quando uma luz mais forte est\u00e1 diante dela. Ela segue brilhando, mas ela percebe que existe outra luz, tal qual a diferen\u00e7a entre a luz da vela, a luz da l\u00e2mpada el\u00e9trica e a luz do sol. Todas tem o seu papel e iluminam, mas o sol a tudo cobre, porque o sol representa a pr\u00f3pria divindade em sua completa manifesta\u00e7\u00e3o e a luz da vela e a l\u00e2mpada el\u00e9trica s\u00e3o as consci\u00eancias humanas em seus mais variados graus de conhecimento de si e de potencialidade. Seguem laborando pelo mundo, mas esquecem de que sempre haver\u00e1 uma luz mais potente do que a nossa. Apaguemos o ego.<\/p>\n\n\n\n<p>Que possamos lidar com o ego dos outros para que possamos fazer com que a vida flua com harmonia, com paz, com auto amor sempre, mas trazendo a sa\u00fade nos relacionamentos atrav\u00e9s da busca constante da justi\u00e7a, da paz, do di\u00e1logo fraterno, do saber lidar com tudo que nos incomoda, transformando isso tudo em degraus de melhor adapta\u00e7\u00e3o ao mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Que o auto amor e que cada vez mais a busca constante do fazer os acontecimentos da vida serem como ferramentas que nos moldam e que nos fortalecem, seja a busca constante de todos n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as a Deus.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estar debaixo da bandeira de Jesus requer a responsabilidade para consigo e tamb\u00e9m para com o coletivo.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":5648,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[106,84,86,81,111,102],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6116"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6116"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6116\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6117,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6116\/revisions\/6117"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5648"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6116"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6116"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6116"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}