{"id":6110,"date":"2025-10-26T21:26:39","date_gmt":"2025-10-26T21:26:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cejv.com.br\/site\/?p=6110"},"modified":"2025-10-26T21:26:40","modified_gmt":"2025-10-26T21:26:40","slug":"mensagem-do-caboclo-sete-montanhas-em-sessao-de-exus-do-dia-18-de-outubro-de-2025","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/mensagem-do-caboclo-sete-montanhas-em-sessao-de-exus-do-dia-18-de-outubro-de-2025\/","title":{"rendered":"Mensagem do caboclo Sete Montanhas em sess\u00e3o de Exus do dia 18 de outubro de 2025."},"content":{"rendered":"\n<p>Gra\u00e7as a Deus e que a paz de nosso senhor Jesus Cristo esteja com todos nesta tarde em que se re\u00fanem em nome de Deus, em que se re\u00fanem em nome de Jesus, em que se re\u00fanem em nome de Maria, em que se re\u00fanem em nome de qualquer profeta, que traga a verdade e consolo aos cora\u00e7\u00f5es humanos, em nome de todos aqueles que plantam verdades e que colhem os frutos de sua semeadura.<\/p>\n\n\n\n<p>Bem aventurados todos aqueles que t\u00eam f\u00e9, que buscam atrav\u00e9s dela o amparo, a explica\u00e7\u00e3o para as alegrias e vicissitudes da vida. Que a f\u00e9 possa sempre alimentar o ser humano, aliada \u00e0 sua companheira a a\u00e7\u00e3o para que possamos acreditar, mas que tamb\u00e9m possamos agir, porque a cren\u00e7a por si s\u00f3, pouco faz, mas tamb\u00e9m a a\u00e7\u00e3o sem a cren\u00e7a, muitas vezes \u00e9 vazia e falta-lhe o est\u00edmulo para seguir praticando.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o uma alimenta a outra, mas perguntamos: Qual \u00e9 o tamanho de vossa f\u00e9? Porque assim como Jesus esclareceu que se o homem tivesse a f\u00e9 do tamanho de uma semente de mostarda, ele diria a esta montanha: &#8220;move-te&#8221; e a montanha se moveria. Passa que a f\u00e9 do homem ainda \u00e9 diminuta, menor que um gr\u00e3o de mostarda, porque o homem ainda busca a religiosidade, a f\u00e9, muitas vezes para saciar sua curiosidade. Existir\u00e1 um mundo espiritual? Existir\u00e1 um Deus? Existir\u00e1 outra coisa al\u00e9m da mat\u00e9ria? Ap\u00f3s o t\u00famulo o que acontece? Ent\u00e3o busca explica\u00e7\u00f5es na f\u00e9 para que possa receber a not\u00edcia de um ente desencarnado ou de alguma coisa que a ci\u00eancia n\u00e3o esclare\u00e7a, mas ainda assim muito circunscrito, muito ligado, muito dependente das suas necessidades, do seu eu, que a f\u00e9 satisfa\u00e7a a minha necessidade ou a busca da cura de uma enfermidade e ent\u00e3o vai buscando o lenitivo que muitas vezes a ci\u00eancia n\u00e3o alcan\u00e7a para que a f\u00e9, para que a religi\u00e3o o cure, o liberte da dor e do sofrimento.<\/p>\n\n\n\n<p>E tudo isso acende uma pequena chama, mas que precisa ser cuidada, quase que dentro de uma redoma. Ent\u00e3o \u00e9 uma f\u00e9 pequena e que tem que ser protegida porque na primeira d\u00favida, o vento da d\u00favida a apaga. Ent\u00e3o \u00e9 uma f\u00e9 vacilante. Qual \u00e9 a f\u00e9 que estamos desenvolvendo em nosso \u00edntimo? \u00c9 a f\u00e9 que satisfaz enquanto eu vou recebendo os sins dos deuses e de Deus? \u00c9 a f\u00e9 que acredita que tudo o que eu pe\u00e7o acontece? \u00c9 a f\u00e9 que protege s\u00f3 a mim? Ou quando alguma coisa sai o reverso do que eu espero ou do que eu pedi eu me revolto e abandono tudo? Todas as explica\u00e7\u00f5es que recebi, todas as provas que tive s\u00e3o como fuma\u00e7a e se desfazem na primeira desespera\u00e7\u00e3o? Esta \u00e9 a f\u00e9 menor do que um gr\u00e3o de mostarda.<\/p>\n\n\n\n<p>Precisamos que a f\u00e9 seja um pouco mais forte, n\u00e3o precisa ser uma intensa fogueira que tudo consome a sua volta, mas que seja a f\u00e9 na chama adequada que aque\u00e7a o cora\u00e7\u00e3o, que ilumine o caminho e que se sustente por si. Que tenha em si o combust\u00edvel da pessoa que sabe que aquilo que acontece a ela \u00e9 exatamente aquilo que precisava passar, \u00e9 aquilo que lhe trar\u00e1 crescimento e n\u00e3o duvida porque sabe que o que vem de Deus \u00e9 bom e \u00e9 justo, mesmo que n\u00e3o entenda. E entende que, muitas vezes, os reveses da vida s\u00e3o coisas desta encarna\u00e7\u00e3o moment\u00e2neas e autom\u00e1ticas da lei de causa e efeito, enquanto outras, sim, v\u00e3o sendo carregadas ao longo da exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>E a f\u00e9 esclarece que: Preciso melhorar-me. A f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 aquela que diz se imponha, a f\u00e9 \u00e9 aquela que diz se consuma . Porque assim como a chama da vela, consome a vela, o combust\u00edvel \u00e9 o pavio e a pr\u00f3pria cera e na medida em que o tempo passa a vela se consome, assim somos n\u00f3s ao longo da vida, vamos nos doando. O tempo passa e exige de n\u00f3s algo de retorno, seja a juventude, seja a sa\u00fade, precisamos estar com esta chama o tempo inteiro acesa e ela n\u00e3o pode ser d\u00e9bil, ela n\u00e3o pode ser f\u00fatil, ela precisa ser pujante, que se alimente de n\u00f3s e nos d\u00ea o sustento ao mesmo tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>E assim poderemos mover montanhas, montanhas internas de medo, de d\u00favida, de inseguran\u00e7as, de preconceitos, de ego\u00edsmo, de prepot\u00eancia, essas montanhas a f\u00e9 remove quando vivemos a f\u00e9 com a intensidade equilibrada que se precisa e que ela venha atrav\u00e9s da humildade e do servir e assim entendemos o nosso lugar no nosso mundo e no planeta em que habitamos. Independente de nossa posi\u00e7\u00e3o social, postura, hierarquia, a nossa f\u00e9 nos d\u00e1 a certeza de que somos simples passageiros, viajantes em um mundo in\u00f3spito, dif\u00edcil, belo, interessante, mas passageiro e a f\u00e9 nos faz sentir o quanto somos capazes tamb\u00e9m de erros, mas ao mesmo tempo de descobertas enormes, porque a f\u00e9 nos transforma.<\/p>\n\n\n\n<p>Que a f\u00e9 nos fa\u00e7a seres humanos efetivamente funcionais em um mundo que precisa de carinho, de cren\u00e7as que nos impulsionem ao progresso e n\u00e3o que nos alimentem a vaidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as a Deus.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Qual \u00e9 o tamanho de vossa f\u00e9?<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4853,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[38,106,87,86,81,111,102],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6110"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6110"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6110\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6111,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6110\/revisions\/6111"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4853"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6110"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6110"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6110"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}