{"id":5854,"date":"2024-03-23T00:32:40","date_gmt":"2024-03-23T00:32:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/?p=5854"},"modified":"2024-03-23T00:32:42","modified_gmt":"2024-03-23T00:32:42","slug":"mensagem-do-caboclo-sete-montanhas-em-sessao-de-cachoeira-em-25-de-novembro-de-2023","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/mensagem-do-caboclo-sete-montanhas-em-sessao-de-cachoeira-em-25-de-novembro-de-2023\/","title":{"rendered":"Mensagem do caboclo Sete Montanhas em sess\u00e3o de cachoeira em 25 de novembro de 2023."},"content":{"rendered":"\n<p>Gra\u00e7as a Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>Que toda a paz de Jesus,&nbsp;e de todos os mestres iluminados que derramam sua energia em vosso orbe,&nbsp;se fa\u00e7a presente em vossos cora\u00e7\u00f5es no dia de hoje;&nbsp;em que nos reunimos em nome de Jesus, em que nos reunimos para essa pr\u00e1tica anual de vossos refor\u00e7os magn\u00e9ticos, vossos la\u00e7os com vossa casa, mas tamb\u00e9m,&nbsp;principalmente,&nbsp;com vossos compromissos consigo mesmos de seguirem o caminho do crescimento individual atrav\u00e9s do trabalho medi\u00fanico.<\/p>\n\n\n\n<p>Que filhos possam,&nbsp;a&nbsp;cada marca\u00e7\u00e3o do tempo que passa, porque vossa consci\u00eancia se movimenta, se direciona, e se reconhece enquanto si mesma marcando os espa\u00e7os que o tempo tem. Ent\u00e3o marcamos os dias pela claridade e a noite pela aus\u00eancia desta e como&nbsp;se sucedem e tamb\u00e9m dentro da religiosidade,&nbsp;a cada ritual que se faz vamos contando quantos amacis fizemos, e quantos batizados presenciamos e quantas praias e cachoeiras j\u00e1 participamos e vamos ent\u00e3o fazendo estas marcas temporais para nos direcionarmos; mas espera-se que cada passagem&nbsp;de cada ciclo,&nbsp;filhos acumulem esse conhecimento e abram cada vez mais espa\u00e7o para a humildade&nbsp;e para o servir. Quando entramos para um corpo medi\u00fanico a \u00faltima coisa que devemos nos preocupar \u00e9 com o quanto de poder temos sobre o outro, mas principalmente o quanto de dom\u00ednio temos sobre n\u00f3s mesmos; sobre as nossas emo\u00e7\u00f5es, sobre aquilo que precisamos cultivar, ou que precisamos controlar. E o exerc\u00edcio medi\u00fanico se predisp\u00f5e a isso;&nbsp;quando nos conhecemos mais, conseguimos n\u00e3o esconder nossos defeitos, muito menos elimin\u00e1-los, mas conhecendo-os, os&nbsp;transformamos em ferramentas do nosso crescimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o \u00e9 pra isso que nos reunimos hoje, para esses refor\u00e7os dos compromissos e seguirmos adiante sempre na busca da melhora individual. Porque quando eu me melhoro,&nbsp;eu transbordo isto atrav\u00e9s dos meus exemplos e convido todas as outras pessoas a fazerem o mesmo. N\u00e3o a serem como eu, mas tamb\u00e9m a se melhorarem, porque pessoas melhores conseguem harmonizar-se e n\u00e3o se sobrepor&nbsp;umas as outras, n\u00e3o dominar mais as outras, numa briga constante de vaidade que s\u00f3 leva ao cansa\u00e7o. Ent\u00e3o \u00e9 essa a proposta cada vez mais presente para que filhos harmonizem-se consigo, porque pessoas harmonizadas n\u00e3o buscam conflitos desnecess\u00e1rios e quando os h\u00e1, resolvem com intelig\u00eancia buscando sempre a paz e o reconhecimento das arestas que precisam ser aparadas e muitas delas,&nbsp;n\u00e3o raro,&nbsp;est\u00e3o em n\u00f3s mesmos&nbsp;ou pelo excesso de sensibilidade ou pelo excesso de agressividade. Todos os excessos nos levam ao desconforto.&nbsp; Ent\u00e3o que tenhamos a exata no\u00e7\u00e3o do qu\u00e3o grande somos para que possamos dar espa\u00e7o a todos que tamb\u00e9m militam ao nosso lado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o que nosso ritual de hoje possa encontrar filhos amadurecidos, j\u00e1 n\u00e3o t\u00e3o ansiosos ou iludidos em serem filhos deste ou daquele orix\u00e1, em terem este ou aquele guia; em terem tantos e quantos pontos riscados e in\u00fameros consulentes, mas que possam estar fazendo parte de uma equipe com vossos guias e mentores, n\u00e3o t\u00ea-los como seres distantes, inacess\u00edveis, com uma excessiva rever\u00eancia para com eles, mas uma comunica\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel de intimidade tamb\u00e9m saud\u00e1vel, e saberem-se instrumentos enquanto encarnados e saberem-se cooperadores tamb\u00e9m para que isso possa frutificar de maneira saud\u00e1vel em vossa vida como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p>Que tenhamos na mediunidade a oportunidade de fazermos contato com seres que nos elevam, mas que ao mesmo tempo s\u00e3o seres com quem&nbsp;precisamos aprender tantas coisas. Ent\u00e3o que filhos entendam&nbsp;a naturalidade que se espera do m\u00e9dium perante o fen\u00f4meno medi\u00fanico, conseguindo traduzir tudo isso nas palavras simples, no sim e no n\u00e3o, no talvez, em um vocabul\u00e1rio acess\u00edvel a todos e n\u00e3o estarem espiritando a todo momento e arrepiando-se por tudo e quando o fazem que seja com naturalidade,&nbsp;tal qual filhos enxergam esta flor, tal qual, tal qual sentem a \u00e1gua fria, tal qual sentem o ar preenchendo vossos pulm\u00f5es, para que o exerc\u00edcio medi\u00fanico seja natural, seja cada vez mais parte de vossa pr\u00f3pria ess\u00eancia e assim estar\u00e3o vivendo a mediunidade e a humanidade com a delicadeza que elas&nbsp;requerem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Que saibamos tamb\u00e9m ao mesmo tempo que lidamos bem com as nossas sombras internas, consigamos tamb\u00e9m entender que a nossa volta, os ambientes nos quais transitamos, nossa pr\u00f3pria casa, nosso bairro, tamb\u00e9m s\u00e3o como organismos e como estes tamb\u00e9m t\u00eam suas luzes e suas sombras. Ent\u00e3o ao inv\u00e9s de ficarmos preocupados com as sombras do ambiente f\u00edsico que nos rodeia e exacerbando seu poder, a sua viol\u00eancia, a sua feiura, tudo aquilo que nos incomoda, sua falta de estrutura, possamos perguntar: \u201cOnde eu posso melhorar tudo isso?\u201d&nbsp;\u201cOnde eu posso fazer a minha parte para que eu tamb\u00e9m seja um participante da higieniza\u00e7\u00e3o da minha casa e do ambiente onde eu transito?\u201d&nbsp;E assim conseguiremos dar mais valor ao que \u00e9 bom, aonde vivemos, aonde habitamos, aonde transitamos e vamos transformando nosso olhar e todo ambiente a nossa volta. Porque a cada vez que dizemos: \u201cEu n\u00e3o sirvo pra isso.\u201d \u201cEu sou ainda atrasado.\u201d \u201cEu sou trevoso.\u201d \u201cEu tenho muitas m\u00e1goas\u201d \u201cEu tenho que aprender.\u201d, estamos nos colocando sempre atr\u00e1s, sempre aqu\u00e9m de nossas possibilidades. Mas e o que temos de bom? Eu tenho a minha boa vontade, eu tenho o meu esfor\u00e7o, eu tenho tempo para que possa atuar dessa maneira, eu consigo atuar assim e assado, e vamos ent\u00e3o dando passos adiante e,&nbsp;da mesma forma,&nbsp;o que h\u00e1 de bom na minha casa?&nbsp;Mudem a egr\u00e9gora de vosso ambiente, olhem o ambiente em que est\u00e3o e o que fazem dele. Que tipo de reclama\u00e7\u00f5es est\u00e3o sempre fazendo dentro de vossa casa? Em cima de vossa cama? S\u00f3 reclamam da vida, da falta de dinheiro, da falta de companheiros, ou de companheiras ou come\u00e7am a ver a vossa vida como uma oportunidade de crescimento?&nbsp;E&nbsp;o que tem de bom?&nbsp;E&nbsp;a leveza que podem transportar pra ali?&nbsp;Mudem o ambiente onde vivem, pratiquem a esperan\u00e7a e a boa vontade aqui dentro, mas principalmente aonde trabalham, aonde vivem, aonde quer que transitem para que possam ser reformuladores de ambientes. Filhos quando querem que o ambiente pare\u00e7a limpo, limpam e colocam perfumes nos cantinhos para que ao entrarem se sintam bem. Sejam cada um, esses difusores de aromas transformando esse aroma nos pensamentos positivos e nas a\u00e7\u00f5es diretivas de melhora&nbsp;e&nbsp;tudo come\u00e7ar\u00e1&nbsp;a mudar em vossa volta. Larguem a reclama\u00e7\u00e3o e o desespero, larguem a m\u00e1goa e entendam que a depress\u00e3o,&nbsp;muitas vezes,&nbsp;tem sua origem na falta de encontrar em si a obedi\u00eancia \u00e0&nbsp;sua ess\u00eancia, a seguir aquilo que seu caminho pede e,&nbsp;como n\u00e3o seguimos o&nbsp;que o nosso caminho pede,&nbsp;nos sentimos in\u00fateis e a inutilidade \u00e9 um alicerce da falta de \u00e2nimo e da depress\u00e3o que&nbsp;a&nbsp;muitos vive assolando, mas quando revolvem-se dentro de si, aceitam a si mesmos e come\u00e7am a transformar o tempo e a vontade em trabalho, gradativamente encontrar\u00e3o vossa utilidade e a sua miss\u00e3o ser\u00e1 cumprida. A sua miss\u00e3o, n\u00e3o a miss\u00e3o do outro&nbsp;ou a miss\u00e3o que esperam que n\u00f3s compramos, mas a que viemos ao mundo para fazer, o&nbsp;que viemos ao mundo para viver. E&nbsp;isto n\u00e3o \u00e9 um viver sem responsabilidade; a miss\u00e3o de todo ser humano tem uma objetividade, uma causa, um motivo para ele se sentir \u00fatil e n\u00e3o utilizar ningu\u00e9m&nbsp;e n\u00e3o ficar obsidiando irm\u00e3os, pais, suas casas de santo. 0 ser humano precisa abrir suas asas e a mediunidade \u00e9 uma oportunidade disso; para al\u00e7ar voos que a consci\u00eancia e que toda a utilidade do homem podem&nbsp;fazer.&nbsp;N\u00e3o existe enfermidade limitadora, n\u00e3o existe dor que vos impe\u00e7a de trabalhar. Encontrem tempo para auxiliar o pr\u00f3ximo e \u00e9 isso que se espera de qualquer um aqui presente, principalmente de quem dirige, de quem tem postos de comando. N\u00e3o h\u00e1 desculpas para o n\u00e3o acolhimento, n\u00e3o h\u00e1 desculpas para n\u00e3o se antecipar a necessidade do outro. Isso cabe a qualquer filho da casa onde habitam.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o que a paz e a for\u00e7a de vontade,&nbsp;atrav\u00e9s das \u00e1guas de Oxum e de Xang\u00f4&nbsp;hoje, lavem vossas mentes, retirem toda ilus\u00e3o de serem impotentes e possam canalizar a for\u00e7a e a coragem para serem um instrumento da espiritualidade onde quer que se encontrem.<\/p>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as a Deus.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porque quando eu me melhoro,\u00a0eu transbordo isto atrav\u00e9s dos meus exemplos e convido todas as outras pessoas a fazerem o mesmo.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4853,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[38,106,84,87,86,85,81,111,102],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5854"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5854"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5854\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5855,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5854\/revisions\/5855"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4853"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5854"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5854"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5854"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}