{"id":5194,"date":"2018-04-14T15:36:18","date_gmt":"2018-04-14T15:36:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/?p=5194"},"modified":"2023-04-02T23:05:35","modified_gmt":"2023-04-02T23:05:35","slug":"sessao-de-mesa-do-dia-14-de-abril-de-2018","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/sessao-de-mesa-do-dia-14-de-abril-de-2018\/","title":{"rendered":"Sess\u00e3o de Mesa do dia 14 de Abril de 2018."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Mensagem do Caboclo Sete Montanhas em sess\u00e3o de Mesa do dia 14 de Abril de 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gra\u00e7as a Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bendito e louvado seja o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gra\u00e7as te damos Senhor criador do universo pelo momento que ora vivemos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gra\u00e7as te damos Senhor criador do Universo pelo dia do ontem e por todos os dias anteriores a ele. Gra\u00e7as te damos pelo nosso passado e por todo o caminho percorrido at\u00e9 o momento presente. Seja toda a nossa trajet\u00f3ria bendita, porque cada passo que demos a cada dia vivido nos trouxe at\u00e9 o momento do agora; momento de encontro com a espiritualidade sadia que nos orienta; bendita seja toda nossa trajet\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gra\u00e7as te damos Senhor pelo que ainda n\u00e3o recebemos; gra\u00e7as te damos pelo dia de amanh\u00e3. Antecipadamente agradecemos por todas as vit\u00f3rias que precisamos fazer chegarem at\u00e9 n\u00f3s. Tenhamos hoje a consci\u00eancia do que somos, de quem somos, para onde vamos e o que queremos, para que o dia de amanha seja mais um passo na dire\u00e7\u00e3o daquilo que queremos nos transformar e encontrar nessa constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Certa feita, um homem cansado de tanto perguntar quem era; de onde viera; para onde iria, rogou ao Pai o entendimento de si e das coisas escondidas para que pudesse ter diretrizes em sua vida. Passou o dia, veio a noite e a resposta veio no sonho que se permitiu ter.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sonhou que era um pedreiro que trabalhava na reforma de uma casa onde habitava uma fam\u00edlia. O casal dono da casa habitava o andar t\u00e9rreo, o casal de av\u00f3s habitava o por\u00e3o e o casal de filhos habitava o andar superior. A casa se fundamentava em um terreno \u00famido que fazia gotejar onde habitavam os velhos, que trazia mofo para onde habitava o casal, que amea\u00e7ava subir para onde habitavam as crian\u00e7as. E o pedreiro buscava selar de todas as maneiras e materiais de forma que a umidade n\u00e3o colocasse em risco a integridade da constru\u00e7\u00e3o e da fam\u00edlia que ali vivia. Quando consertava uma parte a outra j\u00e1 apresentava deteriora\u00e7\u00e3o, quando conseguia alcan\u00e7ar o seu objetivo da reforma, pouco tempo depois era chamado para novamente consertar porque a umidade era insistente a amea\u00e7ava o por\u00e3o, a base e o s\u00f3t\u00e3o. Ele trabalhava incessantemente mais n\u00e3o conhecia os habitantes daquela casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Percebeu que drenando o terreno, aproveitava a umidade e conseguia abrir po\u00e7os e desviar a \u00e1gua para fazer planta\u00e7\u00f5es, dando assim utilidade \u00e0 \u00e1gua que insistentemente umedecia as paredes da resid\u00eancia. Certo dia foi perguntar ao dono da casa porque insistiam em ali viver; porque n\u00e3o se mudavam? Tanto gasto de energia e material na reforma de uma casa que poderia simplesmente ser deixada pra traz e buscarem outra mais saud\u00e1vel, mais aconchegante.\u00a0 Bateu \u00e0 porta, bateu \u00e0 porta e sentiu que o tocar dos n\u00f3s de seu dedos na madeira da porta ecoava dentro de si.\u00a0 Sentiu o cora\u00e7\u00e3o acelerar na expectativa de que a porta se abrisse. Os gonzos gemeram abrindo a porta de madeira e olhou espantado que a casa era a sua pr\u00f3pria casa; notou que o dono da casa era ele mesmo que abria a porta para si e notou que ele era tamb\u00e9m a dona da casa, que era tamb\u00e9m o filho, a filha e os av\u00f3s. Entendeu porque n\u00e3o podia mudar-se pois a pr\u00f3pria casa era ele mesmo, sua mente, seu ser, seu corpo, sua totalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A casa em eterna reforma era ele mesmo, tendo no por\u00e3o as recorda\u00e7\u00f5es do passado, no pavimento superior os sonhos e planos, a esperan\u00e7a, o futuro, e tendo no andar t\u00e9rreo o seu momento presente. Entendeu porque a fam\u00edlia n\u00e3o podia se mudar nem f\u00edsica e nem mentalmente, porque ningu\u00e9m jamais consegue sair de si.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entendeu que a umidade que colocava em risco a integridade da constru\u00e7\u00e3o eram as inseguran\u00e7as, os medos, os v\u00edcios, a vaidade, as dificuldades que ele mesmo criava. E percebeu o quanto assim vinha agindo e come\u00e7ou a entender todas as pessoas com quem conviveu ao longo da vida e percebeu que o desviar da umidade permitiu abrir um po\u00e7o, criar uma horta, aproveitar o que de bom o terreno tinha percebeu que o excesso daquilo que entulha o crescer espiritual do ser humano pode ser escoado atrav\u00e9s do trabalho e da dedica\u00e7\u00e3o, transformando-se no que for \u00fatil. Tudo o que acumulamos em n\u00f3s, tudo o que somos, o que temos pode e dever ser aproveitado para a melhora do ambiente onde estamos. Entendeu o quanto o ser humano \u00e9 multifacetado, como atua diferentemente nos v\u00e1rios ambientes em que transita; o chefe algoz exigente da disciplina e intransigente, ao mesmo tempo em que \u00e9 um feitor no ambiente de trabalho, no templo domestico \u00e9 pai amoroso, paciente e dedicado. O pai, ausente e inseguro \u00e9 no ambiente do trabalho e na vida fora do lar pode ser impertinente e maldoso. Faz o ser humano com que a sua energia flua de maneiras diferentes e se comporta de acordo com o que o ambiente lhe propicia e de acordo com a prote\u00e7\u00e3o que quer criar para si.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Somente conhecendo-se somente percebendo o que guardamos nos por\u00f5es da mem\u00f3ria e higienizando e valorizando o que temos ali, podemos fazer com que o nosso andar t\u00e9rreo seja mais arejado para que o mofo do por\u00e3o n\u00e3o polua o ambiente do presente e tampouco obscure\u00e7a os andares de cima onde habitam as crian\u00e7as que precisam de esperan\u00e7a e de higiene para crescerem sadias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Despertou, agradeceu a oportunidade e buscou ser uma pessoa melhor fazendo a t\u00e3o necess\u00e1ria limpeza e equil\u00edbrio interiores, tendo agradecimento pelo passado, tendo a esperan\u00e7a no futuro e tendo foco, a sua presen\u00e7a onde est\u00e1 no presente para que possa a casa dia estar em sintonia com as tr\u00eas inst\u00e2ncias do seu ser.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Somos a casa que criamos para n\u00f3s mesmos, somos aquilo que constru\u00edmos. Ningu\u00e9m destr\u00f3i aquilo que n\u00f3s mesmos optamos por ser. Se a umidade traz insatisfa\u00e7\u00e3o na casa mental onde habitamos, fa\u00e7amos por onde control\u00e1-la e melhor utiliz\u00e1-la de forma a ser produtiva transformando medo em trabalho, inseguran\u00e7a em for\u00e7a, vaidade em auto-estima com equil\u00edbrio em amor pr\u00f3prio com equil\u00edbrio.\u00a0 Saibamos dosar as nossas emo\u00e7\u00f5es mergulhando dentro de n\u00f3s, porque ningu\u00e9m mais pode conhecer melhor a n\u00f3s do que n\u00f3s mesmos. Saiamos da sombra, do uso da bengala, da defici\u00eancia que nos torna dependentes das orienta\u00e7\u00f5es de quem quer que seja e assumamos o controle de nossas vidas, de nossas op\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gra\u00e7as a Deus.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mensagem do Caboclo Sete Montanhas em sess\u00e3o de Mesa do&#8230; <\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":4863,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5194"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5194"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5194\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5195,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5194\/revisions\/5195"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4863"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5194"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5194"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.cejv.com.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5194"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}